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terça-feira, 5 de abril de 2011

Iron Maiden - Live In Rio - Parte 02

Um dia após toda a confusão ocorrida no HSBC Arena, era hora de voltar ao local para assistir ao show do Iron Maiden!
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Diferentemente do dia anterior, o cenário que se via na noite de segunda era sem fila, sem confusão. Portões abertos, muita gente de apoio orientando a entrada, estacionamento vazio, tranqüilidade total. Infelicidade de quem não pôde, ou não quis, comparecer novamente por causa dos problemas da noite anterior, quando a grade da pista premier cedeu e o show precisou ser adiado para que não houvesse risco de alguém sair ferido da HSBC Arena.

Com um público menor, cerca de 12.000 pessoas, mas não menos vibrantes estavam todos anciosos para ver a banda mais devastadora do Planeta. Precisamente ás 21:20 ouve-se o play de "Doctor..Doctor" do UFO e em seguida as luzes são apagadas para "Satellite 15...The Final Frontier", uma das 5 músicas do novo cd da Donzela que ali foram tocadas.


Ao fim deste playback a banda já está se posicionando para atacar a segunda parte da música, para delírio de todos, e a seguir a banda emenda com o single "El Dorado", este aberto com uma das características mais marcantes da banda, o baixo detonador de Steve Harris, recebido com igual histeria.

É chegada a hora do 1º clássico da noite, "2 Minutes to Midnight". O público enlouquece com a faixa do maravilhoso álbum Powerslave. Ao término desta, Bruce faz o primeiro contato com os presentes, o vocalista agradeceu o retorno do público e a forma “pacífica” com que a platéia deixou o local no domingo, depois Bruce mencionou o incidente da noite anterior. "É bom ver vocês aqui de novo, temos uma platéia incrível e uma grade novinha”, disse Bruce, em tom de brincadeira. “Foi muito cara, mas nós não pagamos, vocês não pagaram, algum 'filha da puta' pagou, então aproveitem", completou. 

O frontman do Iron Maiden também mencionou o terremoto e tsunami no Japão, ocorrido em março, que obrigou a banda a cancelar seu show por lá. Bruce lembrou o quanto nós brasileiros temos sorte pelo fato de “perdermos” uma apresentação da banda por um motivo completamente contornável, que nem de longe se compara à tragédia ambiental japonesa. "Tivemos um problema aqui no Rio, mas também tivemos um problema na turnê em Tóquio, por causa do terremoto. Vocês devem se sentir sortudos por morar no Brasil", disse Bruce, demonstrando bastante bom senso.


O show segue com "The Talisman" e "Coming Home". Esta, talvez a melhor música do disco novo, foi cantada por todos e tem tudo para virar um clássico, o refrão é lindo e funciona muito bem ao vivo. O público estava nas mãos da banda e volta e meia entoava gritos como "olê, olê, olê, olê, Maiden, Maiden". Bruce devolvia com seu característico “Scream for me, Rio”.

A banda continua com "Dance Of Death", a clássica " The Trooper" e mais músicas da década de 2000, "The Wicker Man", "Blood Brothers", "When The Wild Wind Blows". Na sequência agora somente clássicos, que fazem o HSBC Arena vir abaixo. "The Evil That Man Do", já conhecida dos fãs, cantada em uníssono, traz também o Eddie! Com 3 metros de altura, ele entra no palco e leva os fãs à loucura, ainda mais no final quando recebe a guitarra da mão do roadie e “toca” junto com a banda e vira o sétimo integrante.


"Fear of The Dark", ao vivo empolga a todos, independente de gosto e religião! O Iron não tira mais do setlist. É um clássico irretocável! "Iron Maiden" é mais uma que não pode faltar. A novidade foi o "Eddie Alien" do novo disco com 8 metros que surge atrás da bateria de Nicko McBrain, é uma atração à parte na música! Os movimentos com a cabeça, boca e mãos, bem como os olhos luminosos deixaram os fãs extasiados.

Às 22h50, a banda agradeceu ao público e deixou o palco por alguns minutos. Depois, o Iron Maiden voltou para o bis, que teve “The Number of the Beast”, com direito à criatura meio capeta, meio bode também no palco. Em seguida veio “Hallowed Be Thy Name” e “Running Free”, que encerrou o show de quase 2h de duração. Foi quando Adrian Smith, Dave Murray e Janick Gers começaram a atirar palhetas ao público, ao mesmo tempo em que Nicko McBrain arremessava baquetas e peles de bateria. Bruce preferiu jogar sua touca encharcada de suor para a plateia. E assim o Iron Maiden se despedia do público do Rio de Janeiro.


A galera até ensaiou um coro para pedir mais um bis com "Run To The Hills", como um bônus pelo transtorno do dia anterior, mas quando “Always Look on the Bright Side of Life” começou a tocar era o anúncio de que a noite havia realmente acabado. 


O Iron Maiden mostrou que continua em plena forma e pode nos encantar ainda por muito tempo, somente esperemos que se houver esta chance, que se faça com mais respeito com o público, que fez a sua parte e agiu em sua quase maioria de forma educada mesmo diante da total falta de organização que vimos. Esperamos sinceramente que haja esta nova chance, mas que a estrutura que envolva um show desta natureza seja adequada à irretocável categoria da banda.



Setlist:
Satellite 15... The Final Frontier

El Dorado
2 Minutes to Midnight
The Talisman
Coming Home
Dance of Death
The Trooper
The Wicker Man
Blood Brothers
When the Wild Wind Blows
The Evil That Men Do
Fear of the Dark
Iron Maiden
Bis:
The Number of the Beast
Hallowed Be Thy Name
Running Free

Fotos

Vídeos




PS: Quem tiver interesse em adquirir este e outros shows "bootlegs" é só entrar em contato pelos comentários. Deixa email que envio a lista.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Iron Maiden - Live In Rio - Parte 01

Por Haggen Kennedy.

O dia 27 de março de 2011 deveria ser de alegria e realização, mas graças a imprevistos desastrosos e uma desorganização indigna da cidade que já sediou três Rock in Rios, a apresentação do Iron Maiden viu-se reduzida a uma única música. Sem vocal.
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Tudo começou com os pagantes (frise-se a palavra pagantes) que faziam fila para entrar no HSBC Arena, ginásio com capacidade para 18.000 pessoas, segundo dados oficiais da própria entidade. Como se sabe, tem gente que chega de manhã cedo para tentar marcar lugar nos espaços que oferecem melhor visão do show. Pois a primeira gafe da organização do evento foi justamente em relação a essas pessoas.

Embora o horário de abertura dos portões estivesse marcado para as 18:30, só às 19:30 começaram a entrar os primeiros pagantes. A essa altura, a fila era quilométrica, dando voltas sobre si mesma (na confusão, por falta de espaço, teve gente que não sabia em que ponto da fila estava). E só mesmo havia mesmo aquela fila, sem diversidade de pontos de entrada: a única forma de acesso era a rampa da parte frontal da HSBC Arena, o que tornou o processo muito mais lento.

Não bastasse o já mencionado atraso, a fila quilométrica e um único ponto de acesso ao ginásio, foram postas também grades em zigue-zague bem em frente à entrada, fazendo com que o processo se tornasse ainda mais vagaroso. Segundo relatos não confirmados, os próprios fãs decidiriam remover as grades, haja vista a condição de mulheres e crianças que estavam sendo esmagadas pela pressão.

É incerto quantas pessoas chegaram a estar presentes durante o repertório da banda de abertura Shadowside, pois às 20:00 milhares de pessoas ainda batalhavam para entrar no local. O Iron Maiden, que estava previsto para tocar às 20:30, obviamente se viu obrigado a protelar sua apresentação, e os conhecidos acordes de “Doctor, Doctor” soaram apenas meia-hora mais tarde, às 21:10.

Como sempre, o Iron Maiden entrou com força total, e a adrenalina dos presentes se viu concretizada num fato no mínimo curioso: a pista VIP tomava mais espaço que a pista comum. Na prática, isso significa que o espaço idealmente reservado para menos pessoas subitamente se viu preenchido por uma leva de gente que quase não cabia no espaço alocado. A pressão, como se sabe, não é pequena, já que o desejo do público é justamente ficar o mais perto possível do ídolo.

A finalidade da barreira de proteção entre o público e o palco do artista é dupla: deixar que agentes da imprensa realizem seu trabalho, tirando fotos ou filmando a apresentação; e, mais que isso, servir como limite de segurança para que esses mesmos artistas possam realizar seu show sem ter que se preocupar com a própria vida, e também que aos próprios fãs seja permitido se apoiarem num ponto seguro, a fim de não se machucarem. Imagine a vida sem o alambrado, fãs esmagados contra uma parede que suporta a banda logo acima. Quem passa mal na frente do palco e não tem para onde sair, morre ali mesmo. É importante que o espaço exista, a fim de que o cidadão que não se sinta bem possa ser retirado logo ali pela frente e levado ao posto de atendimento médico mais próximo.

Mas mais que isso, toda barreira tem um requisito importantíssimo: resistir à pressão. De que serve um alambrado que desmonta? Pois foi isso mesmo que aconteceu: Bruce não tinha sequer chegado ao refrão da primeira música da noite, “The Final Frontier”, quando o alambrado simplesmente cedeu, desabando para a frente e caindo por sobre a borda dianteira do palco. O público, hipnotizado pelo poder da Donzela, num piscar de olhos se achou bem ali nos limites do palco, subindo por sobre a grade caída e lutando para conseguir tocar nas vestimentas de algum dos integrantes da banda. O vocalista parou de cantar e o guitarrista Janick Gers, fazendo gestos com a mão enquanto tocava, pediu que os fãs chegassem para trás. Apesar da euforia, a banda manteve uma calma impressionante.

Já o desvario do público na grade era tão substancial que a princípio foi impossível empurrá-los de volta ao espaço original. Seguranças olhavam para a situação, perdidos, sem saber como conter a multidão que invadia os limites do palco. O fotógrafo oficial da banda por pouco não escapa: momentos antes do alambrado ceder, via-se o indivíduo subindo no palco e correndo em meio à própria banda, no meio da apresentação, para fugir do colapso. Bruce já havia parado de cantar a música e falava ao microfone, pedindo que o público se afastasse do palco para que a produção consertasse a barreira de proteção.

O instrumental tocou a música inteira até o fim, Bruce passando a mão na garganta em sinal de “corta, não tem como fazer o show”. Terminado esse primeiro - e único - item do set list, o vocalista novamente pediu que todos tivessem calma e que se afastassem do palco para que a situação pudesse ser remediada. Disse duas ou três vezes que voltaria em 10 minutos, pedindo, em piada, que ninguém saísse dali.

Não foram dez minutos, e sim quase meia-hora. No ínterim, o manager da banda, Rod Smallwood, chegou a usar uma intérprete para pedir que todos mantivessem a calma e que se afastassem do alambrado, a fim de que pudesse ser reparado. Os que estavam colados na grade se mostravam receosos em deixar o lugar que haviam conquistado com tanto sacrifício, mas algum tempo depois tiverem que ceder. Principalmente quando um membro da equipe segurança chegou a atacar fisicamente, com um porrete, um fã que se recusava a sair dali.

A comoção foi grande, não só à frente do palco, mas em todo o ginásio. Passados 20 minutos de espera, a paciência já se esgotava e a vaia era geral, ecoando por todo o ginásio. Só depois de mais algum tempo surgiu Bruce Dickinson com Fabiana, a intérprete previamente usada por Rod, para dizer ao público que o alambrado se havia quebrado por completo e que, por não querer que ninguém se machucasse, o show seria transferido para o dia seguinte. Disse ainda que a “polícia” (queria dizer ele, a equipe de segurança) havia declarado que pelo resto do show o alambrado não estaria seguro. E assim estava cancelado o show do Iron Maiden no Rio de Janeiro, sendo prorrogado para o próximo dia. Os pagantes poderiam usar o mesmo ingresso que lhes garantiu o acesso no dia 27, e os que não pudessem ir ao evento poderiam obter o reembolso.

A grande maioria ficou decepcionada, já que um show na segunda-feira não é o mesmo que num domingo. Além disso, nem todos os pagantes são do Rio, tendo que obrigatoriamente perder a apresentação do dia seguinte por obrigações em seus locais de proveniência. Alguns formalizaram a indignação por meio de violência, chutando barras de metal e catracas - uma pequena parte do teto de gesso da entrada da pista VIP chegou a ser depredada -, mas esses exemplos foram exceções. A absoluta maior parte do público deixou o local pacificamente, sem demonstrações de violência, apesar de que suas expressões mostravam grande dor por perder a apresentação da Donzela. Para muitos, a transferência para o dia seguinte não era uma opção. A insatisfação era visível, olhares de incredulidade marcando os rostos dos presentes.

Do lado de fora houve breve altercação entre alguns indivíduos e a polícia, mas foi mínima, sendo resolvida rapidamente. Ao contrário da propaganda sensacionalista que certos veículos midiáticos adoram usar como forma de alcançar maior divulgação de seus produtos, não houve quebra-quebra generalizado nem qualquer tipo de violência. Houve apenas poucas exceções isoladas e sem maiores repercussões, considerada a gravidade dos acontecimentos.

Em comunicado oficial, cerca de cinco horas após o cancelamento do show, a HSBC Arena se pronunciou com informações tanto para os que desejam e para os que não poderão assistir ao show da banda no dia 28/03/11. O website oficial do Iron Maiden também colocou uma nota em sua seção de “news”, dizendo basicamente o mesmo que a HSBC Arena: por decisão conjunta da banda e da organização do evento, o show havia sido transferido para o dia seguinte.

Assim, o dia 27 de março terminou em frustração para todos aqueles que compareceram ao espetáculo. Em particular para quem se deslocou de longe para o show e passou o dia inteiro numa fila que simbolizou a falta de organização e preparo dos produtores do evento, conjugadas com imprevistos que poderiam ser minimizados caso fossem tomadas medidas relativamente simples.

O mais revoltante, no entando, é testemunhar o modo como certos veículos midiáticos teimam em propagar a notícia de que o culpado de algo dessas proporções é o fã - justamente a maior vítima dessa falta de respeito. Onde já se viu barreira de proteção quebrar por causa de fã? O alambrado do Rock in Rio III consegue segurar 250.000 pessoas, e a do HSBC não consegue segurar 1% dessa monta? Não há como compreender a razão que leva alguém a dizer que o fã que paga 400 reais num ingresso, espera numa fila o dia inteiro, não vê a banda de abertura (e portanto não aproveita o valor do ingresso), é espremido, pisoteado, esmagado, corre o risco de se machucar com um equipamento armengado e defeituoso de uma produção mal preparada, é agredido fisicamente pela equipe de segurança, ainda tem seu show cancelado e volta para casa frustrado... não há como entender em que capacidade ele é o culpado da estória.

Não, não há como compreender.

Vídeos



PS: Não escrevi esta resenha, pelo simples fato, de meu amigo de longa data Haggen Kennedy, tê-lo feito com tanta propriedade e riqueza de detalhes. Aguardem a Parte 02 com fotos e filmagens em FullHD.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Green Day - Live In Rio de Janeiro


Bom pessoal, seguindo com as resenhas, trago para vocês hoje uma sobre o show do Green Day no Rio de Janeiro.

Sai de Salvador para fazer esta cobertura, e também do Winger e Doogie White e Nick Simper, que resenharei posteriormente.

Já de cara, fiquei espantado com o tamanho do espaço, O HSBC Arena impressiona pelo conforto, visão excelente do palco em todos os setores, preços extremos na parte de alimentação e localização previlegiada, ao lado do Parque de Piscinas Maria Lenk, outro gigante. Fiquei hospedado a 400mt, então nada de pegar ônibus, tranquilidade para chegar foi impressindivel.

A ultima passagem pelo Brasil do Green Day foi em 1998, ou seja, há 12 anos. Então, minha parte fã, já estava agoniada pelo espetáculo. Eles vieram para lançar seu mais novo álbum "21st Century Breakdown".

Até que os ingressos não foram tão caros, levando em conta o fator meia e ser uma banda internacional. A pista foi em R$ 180,00, Cadeira Nível 1 R$ 200,00, Nível 3 R$ 100,00 e a Pista Premier R$ 300,00, mesmo preço do camarote, espaço do qual fiz a filmagem.

A noite teve início com o show de abertura da banda de punk rock e hardcore Zander. Formado por integrantes dos Dead Fish, Heffer, Noção de Nada e Deluxe Trio, o grupo não chamou muito a atenção das cerca de 25 mil pessoas que aguardavam a atração principal.

Precisamente ás 22:30h, a execução de “Do you remember rock n’ roll radio?”, dos Ramones, precedeu a entrada do vocalista e guitarrista Billie Joe Armstrong, do baixista Mike Dirnt e do baterista Tre Cool. Acompanhados de outros três músicos, deram início à apresentação com “Song of the century”, seguida de “21st century breakdown”.

A partir de então, o que pode ser visto foi uma sequência de hits, como "Boulevard of broken dreams”, “When I come around”, “Holiday” e “Minority”, entre outros que fez o Green Day ser uma banda de alto nivel técnico e tambem aclamado e ovacionado sempre pelo seus inúmeros fãs.

A interatividade com o publico, foi a parte alta do show. Billie Joe chamou fãs para cantarem, presenteou 1 com sua guitarra e ainda deu um beijo de novela em uma fã, esta acho que até hoje deve ta sonhando com este momento.
 
O espetáculo durou cerca de 3 horas. Espero que agora eles não demorem mais 12 anos para voltar, pois deixou em cada pessoa presente um gostinho de quero mais.
 
Além do Rio, o Green Day passou por Sampa (20 de Outubro, Arena Anhembi), Porto Alegre (13 de Outubro) e Brasília (17 de Outubro).
 
Setlist - Green Day - Live In Rio de Janeiro
Song of the Century
21st Century Breakdown
Know Your Enemy
East Jesus Nowhere
Holiday
Give Me Novacaine
Letterbomb
Are We the Waiting
St. Jimmy
Boulevard of Broken Dreams
Nice Guys Finish Last
Burnout
Hitchin'a Ride
Paper Lanterns
When I Come Around
Medley: Iron man, Rock'n'roll, Sweet Child O'Mine, Highway to hell, Back in black
Geek Stink Breath
2,000 Light Years Away
Brain Stew
Jaded
Longview
Basket Case
She
King for a Day
Medley: Blitzkrieg bop, Shout, Break on trough, Satisfaction, Hey Jude
21 Guns
Minority
 

BIS 1
American Idiot
Jesus of Suburbia
 

BIS 2
Whatsername
Wake Me Up When September Ends (parte acústica, parte com banda)
Good Riddance (Time of Your Life) - versão voz e violão


Fotos do Show  

Vídeos

TV LobuS

Como assistir? 1) Baixe o Veetle Player. O player roda nos seguintes sistemas operacionais: Windows 7, XP, Vista, 2000, 98; MAC OS; Linux. Para baixar, acesse: